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sábado, 31 de janeiro de 2015

Sugestões culturais...


TEATRO NACIONAL D. MARIA II

Memórias partilhadas
até domingo - bilhetes 6 a 12€

Três monólogos que nos contam as histórias de objetos que têm muito para partilhar e que se ligam entre si.

Uma carteira vazia de Therese Collins
Anna tem um fascínio por carteiras, não pode deixá-las sozinhas – especialmente as das outras pessoas. Se está tão fascinada por elas, por que não pode abrir a carteira da sua mãe falecida?

O Lápis de Abel Neves
A caneta é mais poderosa que uma espada ou, no caso de Delfim, que um lápis. Com um lápis, pode-se destravar o mundo. É a espada da verdade. Bem, pode-se pela mão de Delfim e com a imaginação de Delfim.

A Almofada de Penas de Cuco de Peter Cann
Em 1966 existiam dois amigos, Adão e Fábio, que faziam tudo juntos. Em 1966 houve um Campeonato do Mundo e Eusébio agraciava o jogo. Em 1966 um dos amigos apaixonou-se. E tudo mudou. O que farias se nunca mais visses o teu único e verdadeiro amigo? O que farias para que as coisas voltassem a ser como eram antes dela chegar? O que não deves fazer é dar ao teu amigo uma almofada de penas de cuco.

Uma encenação de Steve Johnstone  numa coprodução do TNDM II com o Teatro Regional da Serra de Montemuro.
  



Cyrano de Bergerac
até 1 mar - bilhetes 5 a 17€

Cyrano de Bergerac possui qualidades incomuns, porém encobertas pelo aspeto físico, onde o nariz avantajado é motivo de frustração. Na França do século XVII, Cyrano sofre por amar intensamente sua prima, Roxanne, jovem, bela, emotiva, que tem como ideal de homem a beleza e o espírito. Ao conhecer Christian, Roxanne apaixona-se por ele, mas este é tímido e não consegue manter uma relação normal com uma mulher. É então que Cyrano ajuda Christian, escrevendo-lhe longas e belas cartas de amor que vão tornar ainda maior a paixão de Roxanne por Christian.

Escrita em 1897 por Edmond Rostand, baseada na vida de Cyrano de Bergerac, escritor francês, esta peça é considerada o último grande mito do teatro romântico francês.

Uma produção do TNDM II encenada por João Mota, com Diogo Infante, Virgílio Castelo, Sara Carinhas e João Jesus nos principais papéis.
  

Lançamento de ‘Memorator’ de Paulo Catrica
sábado às 17h - entrada livre

O livro Memorator, de Paulo Catrica, coloca fotografias atuais do TNDM II em diálogo com os registos do incêndio de 1964.

Para o autor "este atlas fotográfico projeta um edifício do ‘novo’ e do ‘outro’ teatro. No entanto, recusa a perspetiva do inventário ou a construção de um resumo, não segue uma cronologia nem mesmo regras de serialização documental. Não pretende nem ilustrar, nem reconstruir o edifício do teatro, o que existe hoje ou o que desapareceu consumido pelo fogo em dezembro de 1964. As fotografias enquanto citações, revelam e confrontam micro‐histórias, de assuntos, factos ou acontecimentos criando uma narrativa historiográfica que interseta e confronta a matriz documental e a hipótese alegórica das fotografias."

A sessão será apresentada pela investigadora em História da Fotografia, Emília Tavares, e contará com a presença do autor e de atores do elenco do espectáculo Macbeth, em cena à data do trágico incêndio do Teatro.

Uma edição TNDM II / Bicho do Mato, no âmbito do projeto Memória (1964).


No próximo domingo, às 16h15, o espetáculo Memórias partilhadas terá uma sessão com interpretação em Língua Gestual Portuguesa.

Para informações ou marcações, entre em contacto connosco através do número 213 250 829 ou e-mailflima@teatro-dmaria.pt.

Os lugares estão sujeitos a marcação prévia. Condições especiais na aquisição de bilhetes, consulte o nosso preçário.

Exercício IV: A crise identitária europeia
3 fev às 19h - entrada livre

António Vitorino e José Pacheco Pereira falam sobre o estado da Europa, face aos novos desafios e novos equilíbrios geopolíticos, numa conversa moderada por Henrique Monteiro.

Segundo Margarida Gouveia Fernandes, programadora desta atividade, "quase sete décadas após o fim da Segunda Guerra Mundial e de duas décadas e meia após a queda do muro de Berlim e a implosão da União Soviética, defrontamo-nos na Europa com uma crise de valores, que os 'nãos' à Constituição Europeia transformaram numa crise institucional da União Europeia, colocando-nos perante uma situação complexa, plena de desafios e questões incontornáveis.

Assistiremos a um reforço do papel de vanguarda política da Europa? Ou poderá ela tornar-se o 'continente irrelevante'?" 

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

"Ler devia ser proibido..."



Uma das mais lúcidas e impressionantes visões dos campos de extermínio nazis.



primo levi 1.jpg


Primo Levi, judeu italiano que nasceu em Turim e viveu entre 1919 e 1987, foi um dos poucos sobreviventes de Auchwitz, um dos campos de concentração nazis onde foram exterminados milhões judeus. Químico e escritor, Primo Levi deixou-nos um lúcido e emocionante testemunho sobre os horrores e a desumanização criados pela Shoah, o programa de aniquilação nazi. 

Hoje, imperdível...

Entrada livre


Peça de teatro “As mãos de Abraão Zacut”
 

Assembleia da República

 
Apresentação, na Sala do Senado, da peça de teatro “As mãos de Abraão Zacut” pelo Clube de Expressão Plástica e Dramática do Agrupamento de Escolas n.º 1 de Portalegre.
A peça de Luís de Sttau Monteiro versa sobre o Holocausto judeu e so​bre a transmissão de valores essenciais.                                 
 

Auschwitz, leia, pelo menos, uma vez na vida...

27 de Janeiro de 1945. O exército soviético abria as portas de Auschwitz, o maior, o mais completo, o mais perfeito dos campos de extermínio. 70 anos depois, ainda não nos compreendemos sem Auschwitz.


Omissão de outros países impediu que muitos judeus fossem salvos dos nazistas (Reprodução)


A torre de Birkenau fica mais ou menos a meio do longo edifício de tijolo vermelho. Mesmo em cima do arco por onde entravam os comboios. Lá do alto o nosso olhar pode pousar sobre o imenso campo que um dia foi de extermínio. Pode perder-se na sua imensidão.
À direita, meia dúzia de barracões de madeira escura são conservados como testemunho do tempo em que ali se acumulavam os prisioneiros. À nossa frente, a linha do comboio e as plataformas onde os SS dividiam os que chegavam entre os que iam diretamente para as câmaras de gás e aqueles que ainda serviam para trabalho escravo. Lá ao fundo, antes da fita verde do bosque de bétulas, estão os restos dos fornos crematórios e das câmaras de gás, feitos explodir pouco tempo antes de os soldados soviéticos chegarem, numa tentativa inglória de esconder o que aqui se tinha passado.
De resto, a toda a volta, a planície parece vazia. Do complexo de morte que aqui existia sobram pouco mais do que as ruínas das chaminés que existiam em cada uma das barracas. O olhar esvai-se na distância sem que consigamos perceber onde estão os limites do campo.

A máquina de matar: 20 mil por dia 

Há espaços que não cabem dentro de uma fotografia ou de um filme, e este campo de Auschwitz II, o campo de Birkenau, é um espaço desses. Em parte pela sua imensidão: só este campo, o que estava dedicado ao extermínio, ocupa uma área que, se pousada sobre a cidade de Lisboa, ocuparia toda a zona que vai do rio até uma linha imaginária que fosse do Palácio de São Bento à Graça, passando pelo Rossio (no Porto podemos imaginar um espaço semelhante: o que estaria entre o rio e uma linha que unisse o Hospital de Santo António ao liceu Alexandre Herculano).

Shlomo Venezia tinha como tarefa cortar os cabelos às mulheres, que depois seriam utilizados para fabricar isolantes para os submarinos. Já o seu irmão tinha de arrancar os dentes de ouro da boca das vítimas e devia fazê-lo depressa, pois era muito mais difícil quando os cadáveres arrefeciam e endureciam.

Mas não é apenas o espaço imenso que perturba. É mais o vazio atual que nos deixa imaginar o tempo em que aqui se podiam exterminar, matando e fazendo desaparecer os restos, até 20 mil seres humanos por dia. De forma eficiente, rotineira e implacável.
Conhecemos os números – ali morreram perto de um milhão judeus, mais algumas dezenas de milhares de ciganos, de prisioneiros de guerra soviéticos, de resistentes polacos e de homossexuais.
          Observador
     José Manuel Fernandes

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Fonseca "continua" em Ação...





Recolha de roupa - 27 a 29 de Janeiro

No âmbito do voluntariado, o grupo “Fonseca em Ação” dinamizou uma ação de formação ao 9º 1ª. A turma selecionou realizar uma campanha de solidariedade a favor dos desalojados do vulcão da ilha do Fogo, em Cabo Verde. A ação consiste na recolha de roupa - 27 a 29 de Janeiro.


Contamos com a sua generosidade! A solidariedade passa além fronteiras …










Hoje, assista gratuitamente à ópera “Brundibar” de Hans Krása

Dia 27 de janeiro | 18h45 - Assembleia da República

Interpretação, no Salão Nobre, da ópera “Brundibar”, de Hans Krása, com Libreto de Adolf Hoffmeister, pela Escola de Música do Conservatório Nacional. ​

Inauguração da exposição “HolocaustoNão foi uma brincadeira de crianças”, do Museu Yad Vashem, que retrata a forma como a Shoa mudou o modo de vida das crianças. Esta mostra está patente nos Passos Perdidos até 6 de fevereiro.

sábado, 24 de janeiro de 2015

Exposição de Matemática




 Decorreu entre 8 e 16 de janeiro, nas instalações da Biblioteca da Escola Secundária de Fonseca Benevides, a exposição de matemática, Sempre Houve Problemas”,retratando problemas do séc XVI e onde esteve patente o carácter lúdico na pedagogia medieval.


Fotografia realizada pelo Profº Eduardo Baptista


Fotografia realizada pelo Profº Rafael Pacheco

Fotografia realizada pelo Profº Rafael Pacheco
Fotografia realizada pelo Profº Rafael Pacheco


Fotografia realizada pela Profº Susana Tenreiro

Fotografia realizada pela Profº Susana Tenreiro

Fotografia realizada pela Profº Susana Tenreiro
Fotografia realizada pela Profº Susana Tenreiro
Fotografia realizada pela Profº Susana Tenreiro

Fotografia realizada pela Profº Susana Tenreiro

Fotografia realizada pelo Profº Rafael Pacheco



Fica atento ao Blog de Matemática para saberes quem será 
o vencedor  criativo da Atividade da Exposição


 http://clubedematematicadafonseca.blogspot.pt/
Clica na fotografia



sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

23 de janeiro – Dia Mundial da Liberdade





“Só conheço uma liberdade, e essa é a liberdade de pensamento.”



Antoine de Saint-Exupéry

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Pintura 'Baco, Vénus e Cupido' no Museu de Arte Antiga

A pintura "Baco, Vénus e Cupido", de Rosso Fiorentino (1494-1540), proveniente do Museu Nacional de História da Arte do Luxemburgo, vai ser exibida, a partir de hoje, no Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), em Lisboa.
 
 
 
 
 
Entre os dias 14 de fevereiro, dia de S. Valentim, e 14 de março, coloque o seu cadeado com uma mensagem de amor na Praça do Rossio, em Lisboa, e ajude crianças com doenças crónicas cardíacas em Moçambique. O desafio é lançado pela Associação Dê Mais Coração – Movimento Daniela.
Notícias ao Minuto
 
 
 

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

A 19 de Abril de 1824, morre Lord George Byron, um dos maiores poetas da língua inglesa...

No século XIX, O poeta romântico inglês, Lord George Byron, visitou Sintra e deixou-se maravilhar pelos seus encantos...




"Sintra, glorioso Éden"!

"(...) é talvez a mais bela do mundo."


George Gordon Noel nasceu em Londres em 22 de Janeiro de 1788.Apenas com dez anos, herdou o título nobiliárquico do tio-avô William, o que faz com que se torne o sexto Lord Byron.Quando Byron decide viajar, aos 21 anos, já tem duas obras de poesia mal-amadas pela crítica (Hours of Idleness,1807, e English Bards and Scotch Reviewers, 1809).


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Tenho uma grande constipação


Tenho uma grande constipação,
E toda a gente sabe como as grandes constipações
Alteram todo o sistema do universo,
Zangam-nos contra a vida,
E fazem espirrar até à metafísica.
Tenho o dia perdido cheio de me assoar.
Dói-me a cabeça indistintamente.
Triste condição para um poeta menor!
Hoje sou verdadeiramente um poeta menor.
O que fui outrora foi um desejo; partiu-se.

Adeus para sempre, rainha das fadas!
As tuas asas eram de sol, e eu cá vou andando.
Não estarei bem se não me deitar na cama.
Nunca estive bem senão deitando-me no universo.

Excusez un peu... Que grande constipação física!

Preciso de verdade e da aspirina.

Álvaro de Campos

“Campos à quarta de cinzas”, por Júlio César


segunda-feira, 12 de janeiro de 2015


“Exposição de Matemática”



 
Decorre entre 8 e 16 de janeiro, nas instalações da Biblioteca da Escola Secundária de Fonseca Benevides, a exposição de matemática, Sempre Houve Problemas”.



Nesta exposição, está patente o carácter “lúdico na pedagogia medieval”.

O uso do lúdico como instrumento pedagógico, remonta há muitos séculos atrás. Já Alcuíno, (735), filósofo e pedagogo britânico, diretor de um local de ensino criado no palácio de Carlos Magno (742-814), tinha como norma pedagógica,  “deve-se ensinar divertindo”, para “aguçar a inteligência”. Os seus problemas refletem todo um conjunto de enigmas e gracejos como:


Um boi que está arando todo o dia, quantas pegadas deixa ao fazer o último sulco?

Resposta: nenhuma, pois as pegadas do boi são apagadas pelo arado que passa depois.


Ou em problemas ainda hoje utilizados nas nossas escolas:


Um homem devia passar, de uma margem a outra margem de um rio, um lobo, uma cabra e uma couve. E não pôde encontrar outra embarcação a não ser uma que só comportava dois entes de cada vez, e ele tinha recebido ordens de transportar ilesa, toda a carga. Diga quem puder, como fez ele a travessia?


Resposta: Todos estavam na margem direita do rio. O homem leva primeiro a cabra e deixa na margem esquerda. Volta para a margem direita e pega a couve e volta para a margem esquerda. Deixa a couve e volta para a margem direita com a cabra, deixando-a e voltando para a margem esquerda com o lobo. O lobo ficará com a couve na margem esquerda e o homem voltará a pegar a cabra na margem direita.


Também com, São Tomás de Aquino (1225-1274), o caracter lúdico da pedagogia medieval está presente: “O brincar é necessário para a vida humana”. Tal como é necessário o repouso corporal para retemperar forças, também é preciso repousar a alma, o que se consegue pela brincadeira.
O “Tractado Darysmetica” de Gaspar Nicolas (1519) natural de Guimarães, foi o primeiro livro de matemática editado em Portugal, a introduzir o sistema de numeração árabe, isto é a numeração de posição e o primeiro que ensinou as regras de cálculo do sistema referido. Contudo, já evidenciava o carácter lúdico de alguns problemas, também presentes em algumas outras obras de vários autores nomeadamente na de Bento Fernandes em “Tratado da Arte de Arismética” (1555).

Gaspar Nicolas não deduz as soluções dos problemas que considera e não emprega a arte algébrica; enuncia-os, indica as soluções e verifica-as, sem dizer o modo como as obteve. Um dos seus problemas lúdicos e patente na nossa exposição é o seguinte:


“ Um homem foi de Lisboa a Belém e levava dinheiro, não sabemos quanto, e na venda de Santos dobrou o dinheiro que levava e gastou 10 e ficou-lhe ainda dinheiro e em Alcântara dobrou o dinheiro que levava e gastou 10 e ficou-lhe ainda dinheiro, e em Belém dobrou o dinheiro que levava e gastou 12 e ficaram-lhe 3 reais. Ora eu pergunto: quanto dinheiro levava este homem?”


Tente resolvê-lo. A solução é 9,5 reais.


Agradecemos à associação de professores de matemática, que promove a cultura científica, a oportunidade que nos deu em presentear os alunos da Escola Secundária de Fonseca Benevides, com esta exposição.



 Profª Susana Martin Tenreiro 

                                                                                  

  Para saber mais consulte:
                                                                  O Lúdico nas aritméticas do século XVI

                                                                                                            Conceição Almeida  Universidade do Minho

sábado, 10 de janeiro de 2015

No Teatro Nacional D. Maria II, " Cyrano de Bergerac".






Um apaixonado poeta. Um perspicaz dramaturgo. Um exímio espadachim. Um bravo soldado. Um grande filósofo. Um profundo estudioso da Física, Matemática e Astronomia. Cyrano de Bergerac possui qualidades incomuns, porém encobertas pelo aspeto físico, onde o nariz avantajado é motivo de frustração. Na França do século XVII, Cyrano sofre por amar intensamente sua prima, Roxanne, jovem, bela, emotiva, que tem como ideal de homem a beleza e o espírito. Ao conhecer Christian, Roxanne apaixona-se por ele, mas este é tímido e não consegue manter uma relação normal com uma mulher. É então que Cyrano ajuda Christian, escrevendo-lhe longas e belas cartas de amor que vão tornar ainda maior a paixão de Roxanne por Christian.

Esta é uma comédia heróica que exalta sentimentos nobres como o amor e a capacidade de renúncia. Escrita em 1897 por Edmond Rostand, baseada na vida de Cyrano de Bergerac, escritor francês, esta peça é considerada o último grande mito do teatro romântico francês. Na senda aberta por Ruy Blas, de Victor Hugo, e por Os Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas, Rostand criou com Cyrano de Bergerac uma peça única da dramaturgia, escrita em forma de poema.

      Teatro D. Maria II 

A partir de 5 euros (2º balcão)

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Impressionante...

O tempo está a passar...


Fontes para os dados de Portugal:
  • PORDATA/INE (2013)
  • U.S. Energy Information Administration (EIA) - (2013)
  • U.S. Energy Information Administration (EIA) - (2012)
  • British Geological Survey; Natural Environment Research Council (2010)
  • Instituto Nacional de Estatística (INE) - (2012)
  • World Wide Fund for Nature (WWF) - (2014)
  • US International Developments and Statistics (2011); Statistic brain (2014); United Nations, Department of Economic and Social Affairs, Population Division (2014)
  • Food and Agriculture Organization of the United Nations - Statistics Division (FAOSTAT) - (2013)

Visite a exposição de pintura...


   Almada Negreiros: O que nunca ninguém soube que houve (desenho, pintura, livros de artista).


12 dezembro 2014 a 29 março 2015

Museu da Eletricidade


Exposição composta por material inédito do artista e escritor - desenho, texto, livros de artista.

Desenho, pintura, livros de artista. Almada Negreiros: O que Nunca Ninguém Soube que Houve é uma exposição que revela cerca de 70 obras de um dos mais importantes artistas portugueses do século XX. Na sua maioria são inéditos, nunca apresentados em exposição, provenientes do espólio da família, de coleções privadas e de instituições públicas. Obras agora expostas pela primeira vez no Museu da Eletricidade, de 12 de dezembro a 29 de março de 2015, ano em que se assinala o centenário da revista Orpheu na qual Almada teve uma participação fundamental.

Companheiro e cúmplice de Fernando Pessoa e Amadeo de Souza Cardoso no desencadear da Modernidade artística e literária, na década de 1910, figura polémica, mítica e (auto-) mitificada, mostram-se aqui as experiências artísticas e especulativas de Almada em torno do desenho, da poesia e do número: livros de artista, ensaios caligráficos e de paginação, tipografia, manuscritos, desenhos de ilustração e pinturas, dando uma atenção especial à revelação de um vasto conjunto de inéditos, artísticos e bibliográficos.

É disso exemplo um livro de artista criado entre 1921 e 1922 por Almada Negreiros: O Pierrot que Nunca Ninguém Soube que Houve. História Trágica e Ilustrada com Sol e Palmeiras.

Este livro, emblemático e até aqui desconhecido, inspirou o título desta exposição, apontando o seu rumo. 
                                                                                                           Museu da Electricidade

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015